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Apenas com uma das inteligências que temos já conseguimos ingressar no ENEM

agosto 26
21:23 2016

Segundo Gardner, temos 8 inteligências e apenas a linguística é realmente cobrada para uma boa nota no ENEM, mas não se engane.

Recentemente, professores ouvidos por um importante veículo da mídia nacional recomendaram fazer entre uma e duas redações por semana até os dias de provas, e sugerem temas do perfil do Enem.

Estudar para a prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode ser confuso: ao contrário das quatro provas objetivas, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ou MEC não informa o conteúdo exigido de antemão. O objetivo, afinal, é avaliar se os candidatos e candidatas demonstram as competências esperadas na hora da produção de um texto dissertativo-argumentativo. Por isso, vários professores de cursinhos pré-vestibulares foram ouvidos e eles reuniram as principais dicas para o futuro graduando chegar preparado para a redação, que, neste ano, será aplicada no dia 6 de novembro.

Até lá, a principal recomendação dos professores é fazer entre uma ou duas redações por semana. Veja abaixo as principais dicas para aproveitar as últimas semanas antes do Enem 2016:

COMO FAZER A ESCOLHA DOS MELHORES TEMAS PARA A REDAÇÃO

As dicas sugeridas são de temas que poderiam aparecer na hora H.

Entre os temas que foram mencionados por mais de um professor estão a questão do investimento no esporte como forma de ascensão social, ou de promoção da saúde contra o vício das drogas, os desastres ambientais, como a quebra da barragem em Mariana (MG), em 2015, e a construção da polêmica usina hidrelétrica de Belo Monte. A mobilidade urbana também foi citada por três dos dez docentes ouvidos na reportagem. Confira a seguir:

Ana Paula Severiano, professora de redação do Stockler:

“O papel da população no combate ao mosquito Aedes aegypti”

“O desafio da mobilidade urbana nas grandes cidades do Brasil”

“A responsabilidade diante de grandes catástrofes ambientais”

Cora de Andrade Ramos, professora de redação do Hexag Medicina:

“Refugiados: o papel do Brasil na ajuda a países assolados por guerras e grupos terroristas”
“Belo Monte e o desastre em Mariana: qual é o custo do progresso? ”
“Estado laico e democracia são conceitos teóricos ou aplicáveis na sociedade? ”

Gabriela de Araújo Carvalho, coordenadora de redação do Curso Poliedro:

“A intolerância religiosa e suas consequências: violência e opressão”

“O esporte como possibilidade de ascensão social”

“A participação política por meio das redes sociais”

Lilica Negrão, professora de redação e gramática do Colégio Oficina do estudante: A ocupação das escolas públicas e o movimento estudantil”

“Redução da maioridade penal”

“Democracia e a participação dos jovens”

Marcus Vinicius, professor de redação do Colégio Qi:

“Urbanização e sustentabilidade”

“Mobilidade urbana”

“Economia verde”

Maria Aparecida Custódio, professora do Laboratório de Redação do Objetivo:

“A prática do bullying nas escolas brasileiras”

“A inclusão de pessoas com deficiência no Brasil”

“O fenômeno da transição demográfica no Brasil”

Sérgio Paganim, coordenador de redação do Anglo:

“A privacidade da comunicação nas redes sociais: o embate entre o judiciário brasileiro e o WhatsApp”

“O colapso da mobilidade urbana e suas perspectivas”

“O embate entre o poder público e interesses privados diante de grandes problemas ambientais”

Simone F. G. da Motta, coordenadora de português do Etapa:

“A luta pela vida e o uso de medicações controversas, como a “pílula do câncer””
“As drogas na vida e no esporte: como fortalecer a juventude e combater o vício”
“O respeito ao próximo: um mundo sem preconceitos”

Tássia Monteiro, professora de redação do Cursinho Maximize:
“Lixo e reciclagem: destino consciente para os resíduos”

“A crise hídrica e o uso consciente da água”

“A inovação na área de práticas sustentáveis”

Thiago Braga, professor de redação do Sistema Ph:

“A necessidade de mudança do modelo de transporte nas grandes cidades brasileiras”
“O esporte como mecanismo de diminuição das disparidades sociais brasileiras”
“Formas de intensificar o combate ao racismo no Brasil”

QUATRO ETAPAS PARA SE PREPARAR PARA A REDAÇÃO

Os docentes avisam, porém, que não basta só escrever a redação. São quatro os passos para chegar preparado para essa prova do Enem: ler, escrever, corrigir e reescrever. Primeiro, é preciso se habituar a sempre ler notícias e eventos de conhecimentos gerais. O repertório cultural dos candidatos pode, além de evitar “sustos” na hora de descobrir o tema, garantir uma redação diferenciada, e considerada acima da média pela banca de corretores.

Em seguida, na hora de treinar, ganha pontos na preparação quem mantiver a disciplina de produzir a redação com um relógio ao lado, cumprindo todas as etapas da prova (ler os textos de motivação, organizar a estrutura da redação e redigir o texto) a tempo de responder às 90 questões objetivas de matemática e português. É necessário também seguir as regras do Guia de Redação divulgado pelo Ministério da Educação, ou seja, usando os elementos que poderiam ser pedidos como textos de motivação para entender o que o tema pede que seja abordado.

Depois de feita a redação, o terceiro passo é pedir que um professor corrija o seu texto e mostre em que pontos ele teve falhas. Vale lembrar que a nota da redação é composta da soma de notas em cinco competências diferentes, por isso, saber onde você precisa melhorar, e refazer as redações até conseguir uma nota alta, pode ajudar no dia da prova.

Se você não tem um professor para corrigir suas redações, uma dica é fazer redações sobre os temas mais recentes do Enem e, depois, comparar o seu texto com provas que tiraram notas altas.

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Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Paulista – UNIP de São José dos Campos – SP. (2008). MBA em Gestão Empresarial e Recursos Humanos. Professor de Pós Graduação – GRUPO CENSUPEG em diversos cursos na área de Gestão e Negócios. Coordenador Administrativo na Faculdade São Fidélis. Coordenador do Curso de Bacharelado em Administração, Tecnologia em RH e Tecnologia em Processos Gerenciais da Faculdade São Fidélis.(2016). Professor convidado na Disciplina de Autoconhecimento na Prática Profissional da Faculdade São Fidélis. ( 2015/2). Tem experiência na área de Gestão de Pessoas e RH generalista. Mais de 20 anos em empresas Nacionais e Multinacionais como General Motors do Brasil e Docol Metais Sanitários.

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